No dia 16 de agosto inicia a campanha eleitoral para os cargos executivos de prefeito e vice-prefeito, e as 17 cadeiras para o legislativo municipal. Em Cachoeirinha, serão cerca de 200 candidatos que disputarão o voto do eleitorado para a vereança, e cinco chapas concorrem à prefeitura.
A cidade é o 14º colégio eleitoral do Estado. São ao todo 101.240 eleitores aptos a votar no dia 02 de outubro, na cidade. 53.256 mulheres e 47.984 homens definirão o futuro político do município para os próximos quatro anos. A maioria simples dos votos válidos é responsável por eleger a chapa a prefeito, pois não há segundo turno em municípios com menos de 200 mil eleitores.
Para a disputa de uma cadeira na Câmara Municipal, a conta é um pouco diferente. Estima-se que cada chapa proporcional (dos partidos que se unem para nominata a vereança) precise fazer cerca de 4300 votos para que o mais votado da chapa seja eleito. O cálculo leva em consideração a soma total dos votos válidos dividido pelo número de vagas.
Em uma eleição marcada por diversas mudanças da Reforma Eleitoral, os partidos e a população em geral devem estar atentos às regras. Ao contrário dos outros anos, estão proibidas placas, cartazes e pinturas em residências. Apenas é permitida divulgação em papel ou adesivo com no máximo meio metro quadrado. Bonecos e outdoors também não podem.
Outra mudança importante diz respeito ao teto de gastos nas campanhas. O limite para candidaturas a prefeito e vice-prefeito é de R$ 661.576,11 no município. No entanto, o tempo de campanha foi reduzido pela metade, para 45 dias, o que diminui o custo de cada candidato.
Para os candidatos a vereadores, o gasto máximo não pode ultrapassar R$ 98.845,59 na cidade. O limite é mais que o dobro dos candidatos de Gravataí, que não poderão gastar mais do que R$ 45.326,11. A conta para definição desses valores é feito pelo Supremo Tribunal Eleitoral com base nos gastos declarados em cada cidade na eleição anterior, por isso a discrepância entre Cachoeirinha e Gravataí.

